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Com 500 mil preservativos já distribuídos em 2025, Saúde da Saúde do Paraná reforça prevenção às IST

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Com 500 mil preservativos já distribuídos em 2025, Saúde reforça prevenção às IST Foto: Alessandro Vieira/SESA

Em época de Carnaval a Secretaria de Estado da Saúde reforça a necessidade da prevenção e segurança contra as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), com uso de preservativos. Os cuidados devem ser redobrados pelos foliões para prevenir e evitar a disseminação de doenças transmitidas por meio de relações sexuais. Em 2024 foram notificados 2.186 casos novos de HIV e 858 casos de Aids no Paraná.

Desde janeiro de 2025 até agora foram disponibilizados no Paraná aproximadamente 500 milhões de preservativos internos e externos, 155 mil testes rápidos (HIV/sífilis, hepatite B e hepatite C) e 42 mil autotestes para diagnóstico do HIV.

A Sesa realiza de forma regular a distribuição de insumos preventivos aos 399 municípios do Estado, para que realizem ações de prevenção, orientação e distribuição durante o ano inteiro.

De acordo com a chefe da Divisão de Doenças Sexualmente Transmissíveis da Sesa, Mara Franzoloso, os cuidados com a saúde e prevenção às ISTs são importantes no período carnavalesco, já que existem situações de maior exposição.

As infecções sexualmente transmissíveis são causadas predominantemente pelo contato sexual com uma pessoa infectada. As mais conhecidas são: HIV, sífilis, gonorréia, clamídia e HPV.

Uma pessoa pode contrair mais do que uma IST ao mesmo tempo e mesmo curada, exceto no caso do HIV que ainda não tem cura, pode adquirir novamente se entrar em contato com uma pessoa infectada, sem o uso de preservativos.

TRATAMENTO – A Secretaria da Saúde mantém o acesso gratuito ao diagnóstico dessas doenças, com a realização de testes rápidos para detecção de presença do vírus do HIV/AIDS, sífilis e hepatite viral em toda rede pública e saúde do Estado. Os resultados desses exames ficam prontos em cerca de 30 minutos.

“Ao ser diagnosticada com algum desses agravos, a pessoa será orientada e imediatamente encaminhada para tratamento. Tanto o diagnóstico como o tratamento estão acessíveis e gratuitos em toda a rede pública do Estado”, orienta a chefe da divisão.

Fonte: Agencia Estadual de Noticias

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