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Com apoio do Estado, UEM usa pivô central para capacitar alunos e técnicos em irrigação

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UEM capacita alunos e profissionais em irrigação com Pivô Central Foto: UEM

O Centro Técnico de Irrigação (CTI) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) deu um salto em tecnologia com a instalação de um pivô central, moderno sistema de irrigação que utiliza uma estrutura giratória em torno de um ponto fixo para distribuir água de forma uniforme sobre grandes áreas agrícolas. O equipamento, adquirido por meio de convênio com a Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e parcerias com a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), tem transformado as atividades de ensino, pesquisa e extensão no campo da irrigação.

O professor do Departamento de Agronomia (DAG), do Centro de Ciências Agrárias (CCA), Roberto Rezende, destaca que o novo equipamento de irrigação trouxe um grande avanço para o CTI.

Além de fortalecer a formação dos estudantes de Agronomia, o Pivô Central também tem impactado positivamente a capacitação de profissionais do setor que atuam em órgãos públicos do Governo do Paraná e também de cooperativas. O CTI já promoveu dois cursos de Treinamento em Irrigação. A primeira turma foi composta por 20 técnicos do Instituto de Desenvolvimento Rural (IDR), vinculado à Seab, e a segunda turma, ainda em andamento, está capacitando 18 agrônomos e extensionistas do IDR, do Instituto Água e Terra (IAT) e de cooperativas.

IRRIGA PARANÁ – Em agosto do ano passado o governador Carlos Massa Ratinho Junior lançou o Programa Estadual de Irrigação (Irriga Paraná). A iniciativa visa incrementar em 20% a área irrigada no Paraná com investimentos que somam cerca de R$ 200 milhões, entre linhas de crédito com juros subsidiados e pesquisa científica.

Dos R$ 200 milhões que serão investidos dentro do Irriga Paraná, R$ 150 milhões são para linhas de crédito para estímulo à instalação de sistemas de irrigação. São R$ 78 milhões via Banco do Agricultor Paranaense (por meio da Fomento Paraná, com subsídio da taxa de juros), R$ 42 milhões pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e R$ 30 milhões via Fundo de Equipamento Agropecuário do Paraná (FEAP), gerido pela Seab. A execução do programa é feita pelo Sistema Estadual de Agricultura (Seagri).

Fonte: Agencia Estadual de Noticias

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